Ok, estou convencido, convertido, não há limites para a imaginação do ser humano, nada, ele não só inventa o que podemos imaginar como o que não podemos.
Andava pela web quando reparei num anuncio a uma linha de peluches, quando pensamos em peluches pensamos em criaturas, animais, uns tradicionais (ursos, por exemplo) outros mais originais.
Pois então que tal uns peluches dedicados ao... ...shushi?!?
Aqui estão eles, completos com wasabi e gengibre!
E isto não é o mais delirante à venda no site, o que me dizem a uns micróbios fofinhos?
Gripe A, Gangrena, Malária, Raiva, Peste e outras, também inclui glóbulos brancos e vermelhos para lhes fazer companhia!
Realmente, uma imaginação sem limites...
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
domingo, 14 de fevereiro de 2010
O amor nunca é simples
Amor, relações, assuntos do coração, coisas em que sou um belo desastrado mas em que acabo a pensar agora com as hordas de corações a invadir as montras e os blogs a falar disso.
Algumas pessoas podem fazer isto parecer fácil mas na verdade nunca é nem simples nem fácil.
Há duas barreiras a vencer, primeiro convencer uma pessoa estranha a olhar para nós, a trocar algumas palavras, depois, se ela vai ocupando os nossos pensamentos, se o nosso coração bate um pouco mais depressa o "amo-te", o "gosto de ti".
A primeira não é nada fácil, a segunda é terrivelmente difícil e assustadora. Gostar de uma pessoa não chega, é preciso transformar os nossos sentimentos em algo que a outra pessoa entenda, fazer passar a mensagem.
E isso é tudo menos fácil, temos de acertar na forma como nos expressamos e fazer isso nem cedo nem tarde mais. Uma asneira deita tudo a perder e muitas pessoas não vão dar uma segunda oportunidade.
Gostava que as coisas fossem menos complicadas e incertas mas não é esse o caso, o amor é uma espécie de dança entre dois seres complexos e emocionais, nunca vai ser simples.
Por isso não há outra alternativa se não tentar mesmo assim, se alguém chegar a ler isto e ainda não conseguiu lá chegar, boa sorte, se já conseguiste, parabéns, és um sortudo, feliz S. Valentim para ti.
Algumas pessoas podem fazer isto parecer fácil mas na verdade nunca é nem simples nem fácil.
Há duas barreiras a vencer, primeiro convencer uma pessoa estranha a olhar para nós, a trocar algumas palavras, depois, se ela vai ocupando os nossos pensamentos, se o nosso coração bate um pouco mais depressa o "amo-te", o "gosto de ti".
A primeira não é nada fácil, a segunda é terrivelmente difícil e assustadora. Gostar de uma pessoa não chega, é preciso transformar os nossos sentimentos em algo que a outra pessoa entenda, fazer passar a mensagem.
E isso é tudo menos fácil, temos de acertar na forma como nos expressamos e fazer isso nem cedo nem tarde mais. Uma asneira deita tudo a perder e muitas pessoas não vão dar uma segunda oportunidade.
Gostava que as coisas fossem menos complicadas e incertas mas não é esse o caso, o amor é uma espécie de dança entre dois seres complexos e emocionais, nunca vai ser simples.
Por isso não há outra alternativa se não tentar mesmo assim, se alguém chegar a ler isto e ainda não conseguiu lá chegar, boa sorte, se já conseguiste, parabéns, és um sortudo, feliz S. Valentim para ti.
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
Com um pouco de imaginação...
Ás vezes lemos uma frase num livro ou vemos uma cena num filme e imaginamos outro rumo, ou a história por detrás de uma personagem ou de um detalhe que nos chama a atenção...
Uma fã do "Senhor dos Anéis" também passou por isso, só que não se ficou só por imaginar, juntou alguns milhares de libras, umas centenas de voluntários e aqui está o resultado:
Uma fã do "Senhor dos Anéis" também passou por isso, só que não se ficou só por imaginar, juntou alguns milhares de libras, umas centenas de voluntários e aqui está o resultado:
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Todos temos algo a esconder
Li nas noticias que alguns deputados tiveram a ideia luminosa de publicar na internet os nossos rendimentos. Para quem apoia a ideia é uma boa causa, afinal uma pessoa de bem não ten nada a esconder,certo?
Errado!
Todos nós, ao longo da nossa vida, fazemos coisas que vão de certeza ofender alguém, para qualquer coisa que se possa imaginar existe alguém para se irritar. Era fantástico se a nossa sociedade conseguisse lidar racionalmente com as nossas diferenças, mas infelizmente esse não é o caso.
O que os outros vão sabendo sobre nós nem sempre é usado com boas intenções, seja o que fazemos (gostos, profissão, ...) ou quem somos (telefone, morada, e-mail, ...).
Aqui o perigo não virá tanto do raro "maluco" ou "tarado", mas dos que gostam de julgar e coscuvilhar. Esses são mais comuns e às vezes podem influenciar os outros e tornar o nosso dia a dia mais difícil.
Como a vizinha que nas conversas dela nos vai pintar como criminosos porque acha o nosso carro demasiado bom para os nossos rendimentos, ou como forretas porque conduzimos um carro modesto com um bom salário.
Isto não quer dizer que é preciso viver como paranóicos, às vezes o mundo pode surpreender pela positiva.
Por exemplo, quando decidi começar a usar o MSN criei outra conta de e-mail com receio de ter de aturar spam e melgas na minha conta "principal". O tempo foi passando e vi que o spam era tratado pelos filtros automáticos e que para além disso podia facilmente filtrar o que quisesse.
Por isso, agora já não me preocupo tanto e divulgo os meus e-mails mais facilmente.
Mas isso foi uma decisão que eu tomei, não me importo que uma pessoa qualquer saiba o meu e-mail porque penso que vou poder lidar com as "melgas".
Estas decisões são diferentes para cada pessoa, dependem de que informação é, a quem é que vai ser dada e da sociedade em que a pessoa vive. Se o que vamos dar não importa, se confiamos nas pessoas, ou se a opinião delas não vai ser relevante então tudo bem, mas nem sempre é assim, e o facto de não haver problemas para nós não quer dizer que seja assim para todos.
Todos nós podemos ter algo a esconder, coisas diferentes de pessoas diferentes conforme confiamos nelas ou não.
Errado!
Todos nós, ao longo da nossa vida, fazemos coisas que vão de certeza ofender alguém, para qualquer coisa que se possa imaginar existe alguém para se irritar. Era fantástico se a nossa sociedade conseguisse lidar racionalmente com as nossas diferenças, mas infelizmente esse não é o caso.
O que os outros vão sabendo sobre nós nem sempre é usado com boas intenções, seja o que fazemos (gostos, profissão, ...) ou quem somos (telefone, morada, e-mail, ...).
Aqui o perigo não virá tanto do raro "maluco" ou "tarado", mas dos que gostam de julgar e coscuvilhar. Esses são mais comuns e às vezes podem influenciar os outros e tornar o nosso dia a dia mais difícil.
Como a vizinha que nas conversas dela nos vai pintar como criminosos porque acha o nosso carro demasiado bom para os nossos rendimentos, ou como forretas porque conduzimos um carro modesto com um bom salário.
Isto não quer dizer que é preciso viver como paranóicos, às vezes o mundo pode surpreender pela positiva.
Por exemplo, quando decidi começar a usar o MSN criei outra conta de e-mail com receio de ter de aturar spam e melgas na minha conta "principal". O tempo foi passando e vi que o spam era tratado pelos filtros automáticos e que para além disso podia facilmente filtrar o que quisesse.
Por isso, agora já não me preocupo tanto e divulgo os meus e-mails mais facilmente.
Mas isso foi uma decisão que eu tomei, não me importo que uma pessoa qualquer saiba o meu e-mail porque penso que vou poder lidar com as "melgas".
Estas decisões são diferentes para cada pessoa, dependem de que informação é, a quem é que vai ser dada e da sociedade em que a pessoa vive. Se o que vamos dar não importa, se confiamos nas pessoas, ou se a opinião delas não vai ser relevante então tudo bem, mas nem sempre é assim, e o facto de não haver problemas para nós não quer dizer que seja assim para todos.
Todos nós podemos ter algo a esconder, coisas diferentes de pessoas diferentes conforme confiamos nelas ou não.
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
INFRAMAN!
Isto é ridículo, bizarro, de loucos, delirante... ...e das coisas que mais me fizeram rir até hoje, tenho de arranjar o DVD disto!
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
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